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	<title>Arquivo de economia - Brasil Terrenos</title>
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	<description>O Grupo Brasil Terrenos é um dos maiores no ramo de desenvolvimento e planejamento urbano no Brasil. A empresa é focada, principalmente, na criação e implementação de loteamentos urbanos e condomínios fechados.</description>
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		<title>Apesar de economia estagnada, venda de imóveis cresce 10% no 1º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[timecriacao@alfamaweb.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imóveis: mercado imobiliário conseguiu vender um número de imóveis residenciais quase 10% maior nos três primeiros meses do ano, afirmou[.....]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image" style="text-align: center;">
<figure class="aligncenter"><em><a href="https://dev.buritiempreendimentos.com.br/">Imóveis</a>: mercado imobiliário conseguiu vender um número de imóveis residenciais quase 10% maior nos três primeiros meses do ano, afirmou a Cbic (Drimafilm/Thinkstock)</em></figure>
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<p style="text-align: justify;">“Apesar da paralisia da economia, do desemprego alto e da perspectiva de que o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre tenha sido negativo, o mercado imobiliário aumentou lançamentos. Al&amp;amp;eacute;m disso, conseguiu vender um n&amp;amp;uacute;mero de im&amp;amp;oacute;veis residenciais quase 10% maior nos tr&amp;amp;ecirc;s primeiros meses do ano, em compara&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o com o mesmo per&amp;amp;iacute;odo de 2018. Isso ocorreu segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que positivos, os resultados de lançamentos e vendas deixaram uma sensação agridoce no setor – se por um lado, as empresas comemoram o aumento nas vendas, a expectativa era de um início de ano bem melhor. Com a crise entre os Poderes, que impacta no calendário de reformas e reduz a segurança tanto do empresário quanto do consumidor, a impressão é a de que 2019 deve ser um ano de crescimento. Porém, esse avanço será em um ritmo ainda fraco.</p>
<p style="text-align: justify;">De janeiro a março, foram lançadas 14,7 mil unidades residenciais, de acordo com a Cbic. É uma alta de 4,2% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nesse período, foram vendidos 28,7 mil imóveis, ante 26,1 mil nos três primeiros meses do ano anterior, alta de 9,7%. O fenômeno da venda de imóveis nesse período merece destaque.</p>
<p style="text-align: justify;">“É um resultado positivo que sem dúvida deve ser comemorado, mas, dada a queda que o setor teve durante a recessão, a fraqueza do mercado no ano passado e a esperança de que a eleição reduzisse as incertezas, a expectativa era de que as vendas tivessem crescido pelo menos 15% no período”, afirma José Carlos Martins, presidente da entidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor acompanha atentamente as tendências na venda de imóveis, esperando por um cenário melhor. “As construtoras esperavam que, passadas as incertezas de 2018, a agenda de reformas seria tocada com prioridade, a economia embalaria e o primeiro trimestre seria melhor.” Martins diz que a alta nas vendas, de 9,7% nesse período, se deve, sobretudo, a uma demanda por imóveis que está reprimida há cerca de cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da procura tradicional por novos imóveis que ocorre sempre, com o nascimento de filhos, a decisão de um jovem sair da casa dos pais ou de um casal que resolve se casar. A secretária executiva Aline Martins e o analista de TI Daniel Reynaldo, ambos com 28 anos, são um exemplo disso. Em busca de um imóvel há cerca de um ano e meio, os dois resolveram aproveitar o feirão que uma construtora promoveu no início do ano para tentar financiar um apartamento.</p>
<p style="text-align: justify;">“A crise acabou não afetando o setor em que Daniel trabalha e resolvemos aproveitar a abertura que as construtoras têm dado para negociação. Acabamos conseguindo um desconto de pouco mais de 6% no imóvel, que já está pronto. Também foi fácil conseguir o financiamento com o banco”, diz Aline.</p>
<p style="text-align: justify;">No contexto atual, a venda de imóveis é algo de extrema importância para o setor. Sinal amarelo. Na última segunda-feira, o Boletim Focus, do Banco Central apontava que a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 havia sido rebaixada pela 13.ª vez seguida, indo para 1,23%. Em janeiro, analistas chegaram a projetar o PIB em 2,57%. A reversão de expectativas, com o baixo desempenho da indústria, do setor de serviços e do comércio, acenderam um sinal amarelo no setor imobiliário.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do primeiro turno da eleição e quando o segundo já se consolidava, o mercado imobiliário começou a melhorar, diz Antonio Setin, presidente da incorporadora que leva seu sobrenome. “De novembro a fevereiro, foi excepcional para vendas, com redução do estoque e aumento dos lançamentos. A partir de março, o mercado deu uma patinada, reflexo imediato da falta de articulação em Brasília. O início do segundo trimestre está mais frio.” Ainda assim, ele estima que a empresa lance mais empreendimentos este ano do que em 2018. Segundo ele, isso somará R$ 700 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV). Esse número mostra por quanto a incorporadora projeta vender todos os imóveis de um novo empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós – e boa parte do mercado – estamos otimistas, mas é um otimismo com cautela. Considerando todos os fatores, o futuro da venda de imóveis permanece incerto, mas promissor. Não dá para sair lançando empreendimentos, como se o mundo estivesse cor-de-rosa, porque não está. A esperança que eu tinha de que 2018 seria melhor e que já tinha adiado para 2019, agora joguei para 2020”, diz Setin.</p>
<p style="text-align: justify;">“É muito raro uma pessoa comprar um imóvel sem tomar crédito. Para pedir um financiamento, o comprador precisa ter confiança de que o futuro será bom”, diz Vinícius Mastrorosa, diretor da Even. Apesar de um primeiro trimestre abaixo do esperado, a empresa também deve lançar mais este ano. Segundo Mastrorosa, com o avan&amp;ccedil;o da agenda de reformas, como a da Previd&amp;ecirc;ncia e tribut&amp;aacute;ria, a economia deve dar sinais mais claros de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Esses sinais tendem a se refletir no setor.</p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo. Mais dinâmico, o mercado paulistano teve resultados melhores do que o restante do País no primeiro trimestre. Dados do Secovi-SP, que reúne empresas do setor, mostram que foram vendidas 6,79 mil unidades de janeiro a março – alta de 17% ante o mesmo período de 2018. Os lançamentos, por sua vez, cresceram 21%.</p>
<p style="text-align: justify;">“O mercado de São Paulo conheceu o fundo do poço em 2016 e agora tem números positivos para mostrar. De janeiro a abril, já empregamos mais gente do que em todo o ano de 2018. Se as reformas caminharem, a melhora do mercado será sentida mais rapidamente. Nesse sentido, a venda de im&amp;oacute;veis est&amp;aacute; muito ligada &amp;agrave; confian&amp;ccedil;a e ao dinamismo na economia.”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.</p>
<p style="text-align: justify;">“De janeiro a abril, dobramos o número de imóveis vendidos em relação a 2018. A expectativa era triplicarmos, mas foi um resultado expressivo”, diz Marcos Bigucci, da construtora MBigucci, que atua em São Paulo e no ABC Paulista. Para o setor, o desempenho da venda de imóveis no início do ano indica boas perspectivas. “O começo do ano não foi como o esperado, mas estamos no caminho.”</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: https://exame.abril.com.br</p>
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